TRIAGEM E ATIVAÇÃO DA VIA VERDE DO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL: DIFICULDADES SENTIDAS PELOS ENFERMEIROS
PDF
HTML

Palavras-chave

acidente vascular cerebral
triagem
serviço de urgência
avaliação em enfermagem

Categorias

Como Citar

1.
Leite Costa AC, Preto LSR, Barreira IMM, Mendes LA, Araújo FL, Pinto Novo AFM. TRIAGEM E ATIVAÇÃO DA VIA VERDE DO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL: DIFICULDADES SENTIDAS PELOS ENFERMEIROS. Rev Port Enf Reab [Internet]. 15 de Dezembro de 2020 [citado 23 de Junho de 2021];3(2):96-101. Disponível em: http://rper.aper.pt/index.php/rper/article/view/69

Citações

Dimensions

Resumo

Enquadramento: O processo de triagem contribui para o tratamento precoce do Acidente Vascular Cerebral (AVC) reduzindo a mortalidade e a incapacidade.

Objetivo: Analisar as dificuldades dos enfermeiros na realização da triagem e ativação da via verde do AVC.

Método: Estudo descritivo e transversal. Os dados foram colhidos através de questionário, por amostragem de conveniência, num serviço de urgência médico-cirúrgica.

Resultados: A amostra incluiu 21 enfermeiros (39,7±7,4 anos), a maioria mulheres (71,4%). O tempo médio de serviço em urgência era de 9,5 (±6,2 anos).
A violência verbal e física de utentes ou familiares foi a dificuldade mais referida relativamente à triagem. Cerca de 29% concordam parcial e 19% totalmente que a informação inadequada sobre a hora de início dos sintomas constitui uma dificuldade aquando da ativação da via verde do AVC.

Conclusão: A triagem e o protocolo da via verde são vistos como facilitadores na assistência ao AVC, com dificuldades pontuais em algumas fases do processo.

https://doi.org/10.33194/rper.2020.v3.n2.14.5829
PDF
HTML

Referências

Pannain GD, Ribeiro CC, Jacob MB, Pires LA, Almeida ALM. Relato de experiência: Dia Mundial do Acidente Vascular Cerebral. HU Rev. 2019;45(1):104–8.

Virani SS, Alonso A, Benjamin EJ, Bittencourt MS, Callaway CW, Carson AP, et al. Heart disease and stroke statistics—2020 update: A report from the American Heart Association. Circulation. 2020. 139–596 p.

Wang Y, Rudd AG, Wolfe CDA. Age and ethnic disparities in incidence of stroke over time: The South London stroke register. Stroke. 2013;44(12):3298–304.

Preto L, Dias Conceição M, Amaral SI, Figueiredo T, Ramos Sánchez A, Fernandes-Ribeiro AS. Fragilidad en ancianos que viven en la comunidad con y sin enfermedad cerebrovascular previa. Rev Cient la Soc Esp Enferm Neurol. 2017;46(c):11–7.

Oliveira A, Silva A, Sá N, Brandão S. Consulta de enfermagem de reabilitação ao doente pós evento cerebrovascular: Que desvios encontrados ao plano delineado à alta pelo enfermeiro de reabilitação? Rev Enferm Reabil. 2020;3(2):5–13.

INE. Instituto Nacional de Estatística - Causas de Morte : 2017 [Internet]. Causas de Morte 2017. 2019 [citado 25 de Outubro de 2020]. Disponível em: https://www.ine.pt/xurl/pub/358633033

DGS. Protocolo de Triagem de Prioridades em Urgência [Internet]. Despacho no. 19124/2005 de 17 de Agosto. Circular Informativa No 52/DSPCS. 2005. Disponível em: http://www.grupoportuguestriagem.pt/

Camilo DGG, de Souza RP, Frazão TDC, da Costa Junior JF. Multi-criteria analysis in the health area: selection of the most appropriate triage system for the emergency care units in natal. BMC Med Inform Decis Mak. 2020;20(1):38.

Oliveira JL, Gatti AP, Barreto S, Junior JA, Góes HL, Matsuda LM. Acolhimento com classificação de risco: Percepções de usuários de uma unidade de pronto atendimento. Texto Context Enferm. 2017;26(1):1–8.

Duro CLM, Lima MAD da S, Weber LAF. Nurses’ Opinion on Risk Classification in Emergency Services. REME Rev Min Enferm. 2017;21:1–9.

Moreira DA, Tibães HBB, Batista RCR, Cardoso CML, Brito MJM. O Sistema de Triagem de Manchester na atenção primária à saúde : Ambiguidades e desafios relacionados ao acesso. Texto Context Enferm [Internet]. 2017;26(2):1–8. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/0104-07072017005970015

Carmo BA, Souza G. Atuação do enfermeiro na classificação de risco através do protocolo de manchester: uma revisão da literatura. Rev Eletrônica Acervo Saúde. 2018;11 (supl):1081–8.

Chabudé T, César G, Santana C. Acolhimento e Classificação de Risco em Unidade de Urgência: Relato de Experiência da Implantação do Sistema de Triagem de Manchester. Ensaios e Ciência. 2019;23(2):121–5.

Hermida PMV, Jung W, Nascimento ERP, Silveira NR, Alves DLF, Benfatto TB. Classificação de risco em unidade de pronto atendimento: Discursos dos enfermeiros. Rev Enferm. 2017;25(1):7–12.

Freitas MM. Dificuldades percecionadas e grau de Satisfação dos Enfermeiros que fazem Triagem de Manchester nos Serviços de Urgência. Instituto Politécnico de Leiria; 2014.

Barreira I, Martins MD, Silva NP, Preto P, Preto L. Resultados da implementação do protocolo da via verde do acidente vascular cerebral num hospital português. Rev Enferm Ref [Internet]. 2019;IV(22):117–26. Disponível em: https://doi.org/10.12707/RIV18085

Powers WJ, Rabinstein AA, Ackerson T, Adeoye OM, Bambakidis NC, Becker K, et al. Guidelines for the early management of patients with acute ischemic stroke: 2019 update to the 2018 guidelines for the early management of acute ischemic stroke a guideline for healthcare professionals from the American Heart Association/American Stroke A. Vol. 50, Stroke. 2019. 344–418 p.

Jauch EC, Saver JL, Adams HP, Bruno A, Connors JJB, Demaerschalk BM, et al. Guidelines for the early management of patients with acute ischemic stroke: A guideline for healthcare professionals from the American Heart Association/American Stroke Association. Stroke. 2013;44(3):870–947.

Pereira MSM, Guedes HM, Oliveira LM, Martins JC. Relação entre o Sistema de Triagem de Manchester em doentes com AVC e o desfecho final. Rev Enferm Ref [Internet]. 2017;13(IV):93–102. Disponível em: https://doi.org/10.12707/RIV16079

Hill MM, Hill A. Investigação por Questionário. 2a Edição. Sílabo E, editor. 2012.

Salgueiro ACV. Triagem de Manchester : satisfação dos enfermeiros [Internet]. Instituto Politécnico de Viseu; 2019. Disponível em: http://hdl.handle.net/10400.19/5649

Donoso MTV. O género e suas possíveis repercussões na gerência de enfermagem. Rev Min Enf. 2000;4(1/2):67–9.

Amaral PMF. Qualidade da Triagem de Manchester e fatores que a influenciam. Escola Superior de Enfermagem de Coimbra; 2017.

Souza C, Araújo FA, Chianca TCM. Scientific literature on the reliability and validity of the manchester triage system (MTS) protocol: A integrative literature review. Rev da Esc Enferm da USP. 2015;49(1):144–51.

Correia JAC. Violência no trabalho dos enfermeiros no serviço de urgência. Instituto Politécnico de Viana do Castelo; 2016.

Martins HG. Violência contra os profissionais de saúde nos serviços de urgência. Instituto Politécnico de Viseu; 2018.

Moutinho M, Magalhães R, Correia M, Silva C. Avaliação da Via Verde do Acidente Vascular Cerebral no Norte de Portugal: Caracterização e Prognóstico dos Utilizadores. Acta Med Port. 2013;26(2):113–22.

Creative Commons License

Este trabalho encontra-se publicado com a Licença Internacional Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0.

Direitos de Autor (c) 2020 Revista Portuguesa de Enfermagem de Reabilitação

Downloads

Não há dados estatísticos.
113 visualizações

ISSN: 2184-3023      Identificadores:   Crossref logo   Crossref logo      Revisores:    

Indexado em: