FRAGILIDADE EM PESSOAS IDOSAS RESIDENTES NO DOMICÍLIO INSCRITAS NUMA UNIDADE DE SAÚDE DO NORTE DE PORTUGAL
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1.
Faria A, Ferreira Pereira da Silva Martins MM, Laredo-Aguilera JA, Pimenta Lopes Ribeiro OM, Faria Fonseca E, Martins Flores J. FRAGILIDADE EM PESSOAS IDOSAS RESIDENTES NO DOMICÍLIO INSCRITAS NUMA UNIDADE DE SAÚDE DO NORTE DE PORTUGAL. Rev Port Enf Reab [Internet]. 30 de Junho de 2021 [citado 5 de Agosto de 2021];4(1):6-14. Disponível em: http://rper.aper.pt/index.php/rper/article/view/46

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Resumo

Introdução: Com o aumento da longevidade e declínio da função física, psicológica e social dos idosos é essencial perceber as condições sociodemográficas e de saúde que concorrem para a fragilidade.

Objetivos: Analisar o perfil de fragilidade dos idosos de uma unidade de saúde do norte de Portugal.

Metodologia: Estudo descritivo, transversal com 173 idosos a residir no domicílio e inscritos numa Unidade de Saúde. Como instrumento de recolha de dados usou-se um inquérito, realizado por telefone, contendo dados sociodemográficos, de saúde e o Índice de fragilidade de Tilburg (TFI).

Resultados: Amostra predominantemente feminina com idade média de 81,11 anos, maioritariamente casados, com diversas comorbilidades e polimedicados. A representação da fragilidade foi de 60,7%, estando essa condição significativamente associada ao género, estado civil, número de doenças crónicas, polimedicação e autoperceção da saúde. Para a maioria dos idosos (83,8%), a condição de fragilidade é influenciada cumulativamente pelas dimensões físicas, psicológicas e sociais.

Conclusão: A fragilidade é uma condição prevalente e o perfil está associado a um conjunto de caraterísticas nas quais é possível intervir retardando a progressão da fragilidade que ocorre com o envelhecimento.

https://doi.org/10.33194/rper.2021.v4.n1.46
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